Bruno Pernadas explica como foge aos vícios gestuais da composição e como o cinema é o seu principal motor criativo. O músico analisa a evolução do ensino e a abertura da nova geração de artistas, contrapondo com a realidade de ter a maioria dos ouvintes no estrangeiro. Aborda ainda o desafio do mercado, a recusa em manter uma sonoridade coesa nos discos e a criação da banda sonora do novo podcast Plus "A Vida Dupla do Espião Traidor". Antecipa ainda os próximos concertos com a digressão atual e a carta branca que apresentará no CCB em 2027.

Bárbara Branco: "As pessoas escrevem com um ódio que me perturba muito. Estamos a perder a capacidade de ter um olhar tolerante"
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Eduardo Sá: "Não suporto que me tratem como se eu fosse um deficiente. A forma como se discriminam pessoas em Portugal é obscena"
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Ana Gomes: "O Tribunal Constitucional deu o 'ok' a um programa nazi e fascista. Faltou coragem para matar o veneno do Chega na origem”
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