Nesta quarta, o Governo promoveu reuniões com PSB e PSD, partidos da base aliada, nas quais prometeu acelerar a liberação de nomeações e emendas em troca de votos no Congresso. Após o encontro com os ministros das Relações Institucionais, Alexandre Padilha; da Pesca e Aquicultura, André de Paula, e de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além do secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Irajá Lacerda, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, disse que a derrota sofrida pelo Palácio do Planalto durante a derrubada de trechos do decreto do sanamento foi uma exceção e jurou que a sigla é governo “até o fim”. "A diferença é que na reunião com o PSB, a presidente do PT, Gleisi Hoffman, cobrou lealdade do partido enquanto foi o PSD quem colocou cartas na mesa e exigiu uma série de coisas para que a articulação política funcione, em sua reunião; o tom é diferente". avalia Cantanhêde.

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