O Tribunal Geral da UE rejeitou o recurso da Ryanair e confirmou que a TAP era elegível para receber a ajuda estatal de 2,55 mil milhões de euros durante a pandemia. O Tribunal considerou que a Comissão avaliou corretamente o plano de reestruturação, que era necessário e proporcional, e que não houve discriminação nem violação das regras de concorrência.

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