Filas de madrugada no Colombo, relógios esgotados em minutos e revendas a chegar aos dois mil euros. O lançamento do Royal Pop, a colaboração entre a Swatch e a Audemars Piguet, transformou-se num fenómeno global — e Portugal não escapou à febre. Mas porque é que um relógio de bolso de 400 euros está a gerar este nível de obsessão? E o que é que isto revela sobre o novo negócio do luxo?

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