O Tribunal de Primeira Instância deu razão à DECO e condenou a NOS, a MEO e a Nowo a devolver cerca de 40 milhões de euros a 1,6 milhões de clientes, depois de aumentos considerados ilegais entre 2016 e 2017
O Tribunal de Primeira Instância deu razão à DECO e condenou a NOS, a MEO e a Nowo a devolver cerca de 40 milhões de euros a 1,6 milhões de clientes, depois de aumentos considerados ilegais entre 2016 e 2017