As negociações estão quase fechadas e é provável que, no segundo semestre deste ano, todas as agendas sejam assinadas, ficando de fora a Galp, por precisar de análise europeia. Ainda assim, há consórcios de dezenas de empresas que ainda não conseguiram receber os apoios europeus, porque algumas delas não apresentaram a documentação necessária. Por isso o dinheiro acaba por não sair do mesmo lugar

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