Nas empresas cotadas na bolsa nacional portuguesa os presidentes executivos viram as suas remunerações brutas anuais aumentar, em média, 47% . Por outro lado, o vencimento médio bruto dos trabalhadores recuou 0,7%. Isto significa que a desigualdade salarial nas grandes empresas quase duplicou e o exemplo mais extremo é a Jerónimo Martins, onde o salário conjunto de 186 trabalhadores não chega para pagar o do seu CEO

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