Esta é uma versão traduzida da reportagem Um penso rápido.
Além da Palestina, que impacto tem a projetização da ajuda, a tensão entre neutralidade e denúncia política, e o colonialismo humanitário? É inevitável o desequilíbrio nas relações de poder que distingue “expatriados" de trabalhadores locais, e o conflito entre a necessidade e a dependência de apoio internacional? Seis trabalhadores humanitários refletem sobre algumas das maiores questões éticas do setor.
Sabe mais sobre a nova série Fumaça, Indústria da Ajuda na Palestina, em www.fumaca.pt/