O Orçamento de Estado (OE) para 2022 chumbou. Na proposta, o executivo socialista propunha 644 milhões de euros para a Cultura, onde incluía a dotação da RTP. Excluindo a verba destinada à televisão e rádio públicas, sobravam 390 milhões. Era o terceiro ministério com menos dinheiro atribuído: 0,25% da despesa prevista. Um valor muito abaixo do mítico mínimo aceitável reclamado todos os anos pelos agentes culturais: 1% do OE.
Por isso, escolhemos republicar uma entrevista lançada originalmente em junho de 2018, mas que poderia ter sido feita hoje. Luís de Sousa Ferreira, designer, produtor e programador cultural, ajuda-nos a pensar sobre cultura, entretenimento, apoios públicos às artes, cidades e aldeias, poder, litoral e interior, ego, falta dele e saber-fazer.
Lê mais em www.fumaca.pt

Uma conversa sobre amizade num cemitério na Palestina (Reportagem)
17:15

Cristina Roldão sobre polícias, prisões e abolicionismos (Entrevista)
50:30

Sam The Kid sobre Chelas e brutalidade policial (Entrevista)
1:12:45