Constitucionalmente inamovíveis, os magistrados portugueses estão sujeitos à avaliação e disciplina do Conselho Superior de Magistratura. O seu vice-presidente reconhece a tendência classista da justiça, mas defende a preparação da maioria dos juízes portugueses para a prevenir. Culpando o envelhecimento da classe por a maioria dos magistrados receber a classificação máxima, sublinha a importância da “celeridade” processual para ter boa nota, avisando para uma “grave e forte crise” nos tempos de resposta da justiça em 2023.
Lê mais sobre este tema em https://fumaca.pt/luis-azevedo-mendes-sobre-juizes-e-testemunhas/

Uma conversa sobre amizade num cemitério na Palestina (Reportagem)
17:15

Cristina Roldão sobre polícias, prisões e abolicionismos (Entrevista)
50:30

Sam The Kid sobre Chelas e brutalidade policial (Entrevista)
1:12:45