Francisco Castro Rego, ex-presidente do Observatório Técnico Independente (OTI) – criado pela Assembleia da República, depois dos incêndios de 2017 – extinto em julho de 2021, é crítico da política florestal e de combate a fogos em Portugal. Silvicultor e professor catedrático, considera que o poder político e as estruturas do Estado têm ignorado o trabalho de três anos do OTI – “O país convive muito mal com a crítica. E em vez de usar a crítica para aprender, finge que não ouve” – e que a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais reclama competências “extremamente significativas” sem ter “estofo e pessoal suficiente para o fazer”.
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