Nos últimos anos, ouvimos ou acompanhámos casos judiciais de mais de 20 pessoas racializadas ou residentes em bairros guetizados que descrevem o que várias pessoas chamam um padrão: começam por ser agredidas por polícias; depois, são detidas; e, por fim, acabam acusadas de, elas próprias, terem agredido agentes de autoridade.
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O trabalho do sexo não é feminista (Newsletter)
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