Três dias depois de Artur Santos Silva se demitir da Porto 2001, António Barreto escreveu no PÚBLICO que o ministro da Cultura era um homem sem qualidades e um pavão de província.
Manuel Maria Carrilho, ministro em funções, apresentou queixa-crime. Seis anos de litigância, duas tentativas de acesso ao Tribunal Constitucional e um despacho de não-pronúncia que ficou na história — "pendurem-se as becas, arrumem-se as penas" —, para um processo que nunca chegou a julgamento.
Devida Vénia é um podcast de Leonor Caldeira, advogada, e de Francisco Teixeira da Mota, advogado do PÚBLICO desde o primeiro dia.

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