Na última semana de janeiro de 2026, o Brasil vive uma “super quarta” com decisão de juros pelo Copom, que deve manter a Selic em 15%, apesar de já haver condições para iniciar cortes. A inflação está dentro da banda, atacado em deflação e atividade em desaceleração, mas o desemprego ainda não respondeu. Nos EUA, o Fed também decide juros e deve interromper o ciclo de quedas, mantendo taxas até junho. Esse cenário de expectativa de cortes no Brasil impulsiona a bolsa, que já precifica a redução. Além disso, o fiagro EGAF11 se destacou em 2025 como o fundo que mais pagou dividendos e maior retorno sobre cota patrimonial. No campo institucional, o IBGE enfrenta crise com mudanças polêmicas na coordenação das contas nacionais, gerando ruído sobre credibilidade. O quadro é de uma economia pressionada, mas com o mercado financeiro aquecido pela perspectiva de juros menores.
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FICHA TÉCNICA:
Apresentação: Antônio da Luz
Produção: Agro Resenha
Edição: Senhor A

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