Luís Moreira Gonçalves, médico voluntário no pico da pandemia num hospital de campanha na Amazónia, desceu ao inferno e voltou, e conta tudo na perturbadora novela gráfica “Dormindo entre cadáveres”

Sara Antónia Matos: “A obra dos grandes pintores toca assuntos sempre actuais”
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Salvador da Cunha: “É muito importante reter talento e mantê-lo satisfeito”
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Miguel d’Alte: “Ainda há relutância da crítica face ao policial português”
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