Ciente de que “O poder da arte não é explicar mas abrir uma fenda no presente”, Ana Pérez-Quiroga realizou “De qué casa eres?” homenagem à mãe, uma das crianças espanholas exiladas na União Soviética

Margarida Farrajota: “A morte dos oceanos é irreversível, sou pessimista nisso”
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António Simão: “A maravilha do Teatro é não ser gravado nem manipulável”
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Jorge Araújo: “Queria acreditar que ainda vamos a tempo, mas não acredito”
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