O Secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério dos Direitos Humanos, Ariel de Castro Alves, se diz contra o reforço de policiamento dentro das escolas e a instalação de detectores de metais como formas de impedir novos ataques às instituições de ensino.
Em entrevista ao Mulheres Reais, o especialista em políticas de direitos humanos e segurança pública defende, no lugar, a implantação da lei que determina que as redes públicas de educação básica de todo o país contem com serviço social e de psicologia para atender às necessidades das políticas de educação. "A lei é de 2020 e até hoje não foi colocada em prática. Muitos ainda tratam a saúde mental como mimimi. Ela gera tragédias”, contesta.
De acordo com Alves, a educação não pode ter relação com repressão, vigiar e punir. Escola não é sistema prisional. Até os bancos estão tirando detectores de metais para não gerar constrangimentos aos seus clientes. Não vejo como a forma mais adequada”, analisa.
O Mulheres Reais vai ao ar às segundas-feiras, a partir das 8h, no Jornal Eldorado. O quadro é apresentado por Luciana Garbin e Carolina Ercolin

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