O universo de mulheres que atuam no mercado de investimentos no país é pequeno, mas já foi menor. Hoje elas representam 14% da rede de investidores Anjos do Brasil, criada para ajudar empresários que querem investir em startups. Há 11 anos, apenas homens ocupavam o espaço. Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva da organização, rebate a interpretação de que os números representem o pouco interesse feminino na área. "É como se mulher não tivesse potencial! A gente precisa mudar esse paradigma. É preciso criar condição para que cada um venha do jeito que é. Pra eu entrar no mundo de investimento e risco eu não tenho que agir como se eu fosse um homem", alerta Bueno. No Mulheres Reais, ela reforça que o segmento de startups tem muito espaço para crescer, ainda que falte ao Brasil, além da desmistificação do tema, políticas de estímulo para investimento.

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