O anúncio do tarifaço global de Donald Trump, nas chamadas tarifas recíprocas, para produtos exportados para o mercado dos EUA, à primeira vista trouxe vantagens para o Brasil frente a outros parceiros comerciais americanos, com tarifa básica (alíquota mínima) de 10%, mas traz uma preocupação, avalia Renê Medrado, sócio e especialista em comércio internacional e direito aduaneiro do escritório Pinheiro Neto Advogados. "O que a gente conclui é que a decisão dos EUA foi somente em cima de números - não contou amizade, diplomacia ou política. Mesmo sob os 10%, Brasil se sente injustiçado. Os EUA não estão impondo reciprocidade; se fosse, não tinha 'tarifaço' nenhum", comenta Cantanhêde.

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