O Estado de São Paulo investiga cinco mortes e 15 casos de contaminação com suspeita de intoxicação por metanol. O governo paulista também vai fechar estabelecimentos suspeitos de vender bebidas contaminadas e descartou envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC) nas adulterações. A hipótese de elo com a facção foi levantada pela Associação Brasileira de Combate à Falsificação. No domingo, 28, a entidade havia apontado que a substância usada para adulterar as bebidas poderia ser a mesma importada ilegalmente pela facção para ser misturada nos combustíveis. "A política sempre dá um jeito de se misturar com estas questões então a Polícia Federal desconfia da participação do PCC e o próximo passo é investigar se a facção está por trás das intoxicações - mas Tarcisio negou publicamente os indícios nesta direção. A situação mexe com os ministérios da Saúde e da Justiça, PF e o governo de São Paulo inteiro, mas todos ainda estão 'batendo cabeça'", afirma Cantanhêde.

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