Os pastores evangélicos que operaram o gabinete paralelo no Ministério da Educação (MEC) durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro estiveram dezenas de vezes no Palácio do Planalto na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL). Os registros da segurança do Planalto contam 35 acessos do pastor Arilton Moura e outros 10 de Gilmar Santos, da Assembleia de Deus Cristo para Todos. "Fica esquisito. Bolsonaro põe os pastores no MEC, eles participam das cúpulas, viajam em aviões da FAB, se reúnem com prefeitos, achacam prefeitos e voltam ao Palácio para conversar. Qual era o interesse do presidente da República em colocá-los no MEC?", questiona Cantanhêde.
O engenheiro José Mauro Coelho tomou posse nesta quinta-feira, 14, na presidência da Petrobras defendendo que a companhia pratique preços de mercado, seguindo as cotações internacionais do petróleo. Esse foi o um dos motivos de desentendimento de seus antecessores com o presidente Jair Bolsonaro, o general Joaquim Silva e Luna e Roberto Castello Branco. Indicado pelo governo, o engenheiro afirmou que a prática seria necessária a uma maior concorrência, com benefícios aos consumidores. "Tudo muda para nada mudar. José Mauro Coelho repetiu o que os outros presidentes diziam: a Petrobras é uma estatal e tem que se comportar como tal. Ele deixou claro que esta estratégia não vai mudar, que é a correta e dá lucros muito expressivos para a empresa", diz Eliane.

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