O presidente Lula viaja hoje ao Chile para um encontro de viés político da frente de líderes de esquerda ibero-americanos críticos ao avanço do “extremismo”, sobretudo em ambiente digital, mas que agora tem como pano de fundo a ofensiva do presidente americano Donald Trump.
A viagem coincide com o momento em que o Brasil vive um embate direto com o presidente dos Estados Unidos, cujas decisões foram vistas pelo governo Lula como punição e ingerência à soberania no Brasil e serão discutidas em Santiago. "Oficialmente, esse encontro é para discutir democracia, multilateralismo e as big techs, será a portas fechadas e a expectativa é de que seja discutido, intensamente, o ataque de Donald Trump ao Brasil. É uma tentativa de discutir o que fazer, mas Chile, Colômbia e Uruguai têm interesses muito grandes nos EUA e têm que proteger os interesses nacionais. A reunião pode demonstrar a fragilidade do Brasil, que o Mercosul está rachado ao meio e podemos terminar abandonados", afirma Eliane.

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