A fim de diminuir os índices da chamada pobreza menstrual no País, as mais de 31 mil unidades credenciadas no programa Farmácia Popular começaram ontem, a distribuir absorventes para a população que vive abaixo da linha de pobreza e matriculada em escolas públicas. Também serão contempladas nesta iniciativa, pessoas em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema e indivíduos reclusos em unidades do sistema prisional. "O que talvez seja considerado excesso de burocracia é para tentar impedir as fraudes, como houve no Auxílio Emergencial, por exemplo. O programa é de uma justiça social, saúde pública e humanidade enormes", opina Cantanhêde.

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