Em sua coluna no Estadão, Eliane conta que "o Senado não destacou um relator nem pôs na pauta da Comissão e Constituição e Justiça (CCJ) uma nova minirreforma eleitoral, que não poderá ser aplicada já nas eleições municipais de 2024 se não for votada, aprovada em plenário e sancionada pelo presidente Lula até esta sexta-feira, 6, um ano antes do pleito". "Ela é tida como um tiro no coração da Lei da Ficha Limpa por acabar com suas principais ações. Ou Senado ouviu 'a voz do povo' - pois a opinião pública é contrária à reforma - ou tem algo servindo entre Câmara e Senado", avalia Cantanhêde.

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