O Congresso promulgou nesta quinta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que decreta estado de emergência no País para permitir ao governo Jair Bolsonaro criar e ampliar benefícios sociais às vésperas da eleição. O texto, que já havia passado no Senado, foi aprovado na quarta na Câmara após ter a tramitação acelerada por meio de manobras regimentais. "O Brasil está conhecendo o Jair Bolsonaro candidato. Durante todos esses anos foi duro com as mulheres e deselegante com o Nordeste e os pobres. Fez palanque ontem, na promulgação, porque estava lendo um discurso feito por sua assessoria de campanha. O candidato Bolsonaro ganhou R$ 41 bilhões para comprar votos dos segmentos feminino, nordestino e pobre", opina Cantanhêde.
As Forças Armadas apresentaram nesta quinta, no Senado, uma proposta de votação paralela no dia da eleição com cédulas de papel num teste de confiabilidade do sistema eletrônico. A recomendação foi feita pelo ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, durante audiência convocada pelo senador governista Eduardo Girão (Podemos-CE). A sugestão segue a linha do discurso recorrente do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, que tem colocado em dúvida a segurança do processo eleitoral, mesmo sem qualquer prova de falha ou fraude nas urnas eletrônicas. "A justiça eleitoral é independente, não está lá fiscalizando os militares e eles não podem fiscalizar a primeira. As forças armadas são instituições de Estado e estão acima de governos que vêm e vão. A cúpula militar está criando pretexto para Bolsonaro dar golpe se perder eleição", diz Eliane.

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