Em sua coluna desta sexta-feira, 24, no Estadão, Eliane Cantanhêde escreve: "A um mês da ida do presidente Lula à China para se reunir com seu equivalente, Xi Jinping, o Brasil avança duas casas na pretensão de articular (ou até liderar) uma frente de paz entre Rússia e Ucrânia, além de se colocar como a bola da vez para atrair financiamentos e investimentos do G-20. Audácia pouca é bobagem". "No mesmo dia, Rússia e Ucrânia dão sinalizações favoráveis ao Brasil. Além dos dois lados envolvidos na guerra, também a ONU sinaliza que o Brasil é bem-vindo no jogo", comenta Eliane.

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