O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esclareceu que a pauta de discussão do Conselho Monetário Nacional nesta quinta-feira é a meta de inflação de 2026. Ele também disse que a pasta também vai pautar a mudança do regime de metas de ano-calendário (de janeiro a dezembro) para contínuo (acumulado em 12 meses), como o ministro vem defendendo nos últimos meses. Ele completou, afirmando que regime de ano-calendário é sui generis no Brasil e em outros poucos países, como a Turquia. "O CMN mergulha no embate entre o Palácio do Planalto, o presidente Lula, o Banco Central e seu presidente, Roberto Campos Neto. Quem entende de inflação acha este movimento uma sinalização de que o Governo perdeu a guerra contra a Selic então vai mudar artificialmente a meta para poder fingir que a está cumprindo", diz Cantanhêde.

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