O Senado aprovou, em plenário, o nome do atual diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, para a presidência da instituição, por 66 votos a 5, em votação secreta, ontem à tarde. Mais cedo, a indicação havia sido aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado por 26 votos a zero. Galípolo foi indicado para o cargo pelo presidente Lula em agosto e precisava passar pela sabatina com os senadores. O diretor comandará a autoridade monetária a partir de janeiro de 2025, quando o atual presidente, Roberto Campos Neto, deixará a presidência da instituição. "É a votação mais expressiva de um presidente do BC no Senado desde 1999. Galípolo entra com força. Campos Neto e ele têm uma relação muito produtiva e já combinaram de fazer algumas viagens para que o primeiro o introduza no ambiente internacional, como o futuro presidente. Isso dá estabilidade e tranquilidade. Espera-se que o presidente Lula faça sua parte; ele passou este tempo todo em guerra com Campos Neto e com a alta de juros e, desde a indicação de Galípolo, está quietinho. É o que se espera: que respeite as decisões técnicas da autoridade e que o BC tenha autonomia no papel e na prática", avalia Eliane.

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