A reunião dos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta sexta-feira, na Casa Branca, foi acelerada para mostrar afinidade contra a extrema direita. Diferentemente de outras visitas precedidas por semanas de intensa negociação bilateral e articulação diplomática para fechar anúncios em comum, desta vez não há a expectativa de um grande acordo. O mais importante, para petista e democrata, será o próprio encontro – e a foto dos dois juntos. "Biden abre novas perspectivas de cooperação, entendimento e relação do Brasil com EUA. A agenda entre Lula e o presidente dos Estados Unidos é poderosa como obrigatoriamente é a relação entre os países - serão acordos sobre meio ambiente, na área militar, de agricultura e de comércio, além da invasão pela Rússia da Ucrânia", avalia Cantanhêde.

Morelli: A última conversa sobre futebol e Rádio
12:48

Frazão: Efeitos da bomba Master sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro
07:41

Broadcast Ao Vivo: Governo vai subsidiar até R$ 0,89/litro para baixar gasolina
08:24