Eliane escreve em sua coluna desta semana, no Estadão: "Na reta final da campanha, cresce a expectativa de vitória do ex-presidente Lula, mas o mais importante é que aumentam as chances de uma decisão já no domingo. Com 52% dos votos válidos no Ipec, Lula pode ter entre 50% e 54%, no intervalo da margem de erro, ou seja, o suficiente para fechar a eleição no primeiro turno, sem necessidade de um segundo". "Bolsonaro atravessou o governo todo com chances de reverter isso e, ao contrário: ele consolidou o favoritismo do Lula durante seu mandato. A situação está bem cristalizada a favor do ex-presidente; vai ficando difícil, praticamente impossível, para o Bolsonaro tirar a dianteira do Lula", diz Cantanhêde.

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