Os ministros Luís Roberto Barroso, presidente do STF, e Gilmar Mendes voltaram a criticar, as propostas em votação no Congresso. Antes da sessão de julgamentos, Barroso afirmou que as mudanças “não são necessárias e não contribuem para a institucionalidade do País”. O ministro afirmou ainda que não vê justificativas legítimas para reformar a Cortte e que há demandas mais “importantes e urgentes” para o País. "Essa crise entre Supremo e Senado tragou o Governo Lula. A oposição sozinha não teria votos para aprovar a PEC; quem deu o voto decisivo foi, exatamente, o líder do Governo, Senador Jaques Vagner", conta Cantanhêde.

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