A manchete do Estadão traz a notícia: o presidente Jair Bolsonaro acionou o vice Hamilton Mourão para interceder em favor da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola. Com as pesquisas que sinalizam a erosão do eleitorado evangélico, Bolsonaro colocou o governo para atuar como mediador de um problema sem nenhuma relação institucional com a República.
Não só os parlamentares e a opinião pública, mas os próprios militares têm demonstrado apoio à "PEC Pazuello", que veta militares da ativa em cargos civis, particularmente políticos.
A atual questão para Bolsonaro: vetar ou não o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, quase três vezes superior ao das últimas eleições.
E ainda: as relações de Jair Bolsonaro com o presidente da Câmara, Arthur Lira, vão bem, mas e as com o vice-presidente da Casa, Marcelo Ramos?

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