Decano do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes afirma, em entrevista exclusiva ao repórter que o relatório da Polícia Federal, que embasou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, aponta uma coordenação intensa e “proximidade, inclusive, de execução”. "Ninguém pode questionar o que o ministro disse - que a anistia é altamente improvável, pois não pode ser usada para atos terroristas; e também que Bolsonaro fala em perseguição política - porque foi eleito, disputou reeleição e perdeu em uma ambiente absolutamente democrático. Do ponto de vista de conteúdo, Gilmar Mendes fala de forma apropriada sobre a situação jurídica desta investigação. A questão é que tem aquela velha história - ultrapassada mesmo - de que juíz só fala nos autos, e aí como o ministro do Supremo que vai julgar fala antes?", diz Eliane.

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