As divisões internas tem sido evidentes. O Brasil tenta retomar uma posição de liderança com a defesa da integração regional, o Uruguai quer fazer negócio com a China - e já ameaçou sair do Mercosul se preciso for -, mas o Paraguai reconhece Taiwan, que Pequim vê como parte do seu território, e a Argentina virou uma incógnita. É assim que os sul-americanos chegam à Cúpula do Rio de Janeiro, com diferentes interesses para conciliar, alguns avanços, e impasses persistentes. "Toda essa reunião foi programada para o anúncio do acordo do Mercosul com a União Europeia e furou - antes mesmo do evento. O que vai estar pairando sobre o encontro é a ameaça de uma guerra entre Venezuela e Guiana. É bom ficarmos de olho nos recados do presidente Lula, na coesão do Mercosul, nas expectativas em relação à Argentina e em como o grupo se manifesta e age em relação à crise de Essequibo", afirma Eliane.

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