O assessor especial da presidência para assuntos internacionais, ex-chanceler Celso Amorim, disse ontem, durante a Conferência de Ajuda Humanitária em Paris, que a morte de crianças palestinas na guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza ‘traz inevitavelmente a palavra genocídio à ‘mente’. "É a primeira vez que uma autoridade brasileira cita a palavra para classificar o que Israel está fazendo em Gaza. Isso é muito discutido antes de ser falado, portanto Amorim certamente está dando o recado do Brasil. Ele pode usar essa palavra como assessor internacional e fazê-lo protege o Itamaraty que não pode usar institucionalmente. País está subindo o tom contra Israel", afirma Cantanhêde.

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