A investigação da Polícia Federal que coloca a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no centro de suspeitas de monitoramento ilegal para atender a interesses do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro pode respingar na atual gestão do órgão.
A PF afirma que membros da cúpula da agência, nomeados pelo presidente Lula, tentaram dificultar a apuração e sugere que eles podem ter agido em “conluio” com servidores investigados. A Abin diz que colabora com as investigações. A Polícia Federal abriu ontem, uma operação que investiga espionagens ilegais na Agência durante o governo Bolsonaro. Os agentes foram às ruas cumprir 21 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, dentre eles o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) - ex-diretor da Abin. "Essa é só uma parte da construção do golpe de Estado durante o governo Bolsonaro. Ramagem não fazia esse tipo de coisa a seu favor ou de sua própria cabeça; estava cumprindo ordens superiores", afirma Eliane.

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