África do Sul, país anfitrião da reunião da Cúpula do BRICS esta semana, foi admitida no grupo em 2011, por sugestão da China. E essa pressão expansionista chinesa volta a dominar a agenda da reunião doze anos depois. Diplomatas consideram esta a cúpula mais importante dos últimos tempos, porque poderá mudar o perfil do bloco. Por pressão do país asiático, segunda maior economia do mundo, o principal assunto será a ampliação do Brics. Pequim quer dar mais peso político e econômico ao bloco e impulsionou pedidos de adesão, uma forma de criar um polo antagônico aos Estados Unidos e ao G7. "Não interessa ao Lula e ao Brasil fazerem contraponto aos EUA neste momento. O presidente Joe Biden faz campanha de reeleição para o ano que vem e pode enfrentar Donald Trump. Então não interessa ao presidente brasileiro enfraquecer Biden, mas fortalecê-lo contra seu rival no pleito, uma vez que o ex-presidente de lá é aliado de Jair Bolsonaro no Brasil", avalia Mariana.
Mariana Carneiro, repórter do Estadão, repercute os principais acontecimentos político-econômicos no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 9h, durante as férias de Eliane Cantanhêde.

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