O presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, dominou a agenda política ao encontrar os governadores dos três principais colégios eleitorais do País e receber manifestações públicas de apoio no segundo turno. Em eventos em série, o postulante a mais um mandado à frente do Palácio do Planalto reuniu Romeu Zema (Novo-MG), Cláudio Castro (PL-RJ) e Rodrigo Garcia (PSDB-SP), com pronunciamentos ao vivo em televisões e fotos para campanha. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, recebeu a adesão do PDT. Candidato derrotado em quatro disputas presidenciais, Ciro Gomes seguiu o partido e divulgou um vídeo para endossar o apoio, mas não citou o petista nominalmente. O Cidadania também anunciou voto em Lula. "Rodrigo Garcia foi o cavalo de Troia do DEM para implodir de vez o PSDB. Ele não se acertou com o diretório nacional ou estadual do partido e fez de sua própria cabeça um apoio a Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Foi um papelão. Isso mostra o fim melancólico do PSDB", opina Cantanhêde.

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