



Conversas do Fim do Mundo. "Se contasse histórias, as aulas corriam lindamente"
Professora durante 36 anos, Cristina Oliveira considera que viajar devia ser obrigatório. Apaixonada pelo Brasil, Cristina usou, ao longo da carreira, as histórias de viagem para sossegar os alunos.

Estreia. "A vida dupla do espião traidor". Episódio 1: Há uma toupeira à solta no SIS
Os serviços secretos portugueses enfrentam uma crise de segurança sem precedentes: operações de rotina começam a falhar e alvos com ligações à Rússia parecem saber sempre quando estão a ser vigiados. A conclusão é óbvia: existe uma toupeira infiltrada no SIS. E a confirmação vai chegar pela mão dos…

“A transição energética não se faz sem fósseis. É irrealista”
Carla Mendonça Tavares é diretora do Centro de Inovação para Renováveis e Área Comercial da GALP. Uma carreira que começou nas fusões e aquisições e que hoje está na área da inovação.

Como a “Diversidade e Inclusão” podem ajudar no sucesso
Não deve ser apenas um chavão ou um golpe de marketing. Ter elementos diferentes da maioria nas equipas pode trazer grandes benefícios na hora de delinear estratégias.

“Não é a pessoa que falha; é a ideia que falha”
Miguel Pina Martins transformou um trabalho de grupo da faculdade num negócio de milhões, a Science4you. Mas o caminho foi acidentado e marcado por muitos reveses. Uma conversa sobre falhar e recuperar.

Liderança remota é uma má ideia?
Liderar a distância é uma prática aconselhável e aceitável? O líder não deveria estar no terreno para conhecer de perto o que se passa na organização? Há casos de sucesso.

“Assumir o erro” e “dar a cara”
Marlos Henrique da Silva é diretor de Investigação, Desenvolvimento e Inovação na Sonae MC. Uma conversa sobre como gerir expectativas entre quem inova, quem trabalha e quem procura resultados.

Quando dar um murro na mesa
Sim, neste episódio discute-se a legitimidade de uma ação mais dura. Mas haverá ou não circunstâncias em que o líder tem de se impor?

“Não me foco no objetivo final, mas no processo”
Pedro Fontes é responsável pela Direção de Sistemas de Informação e Transformação Digital na EPAL. Uma partilha sobre a necessidade de dotar as equipas de ferramentas que fomentem a autonomia.

Sentir as dores da linha da frente… sim ou não?
Deve o líder descer ao “terreno” e tentar perceber como é trabalhar nos diferentes níveis e funções? Até que ponto esse tipo de prática ajuda ou atrapalha?