As falas do presidente americano, Donald Trump, ao presidente Lula na Assembleia Geral das Nações Unidas pegaram de surpresa não só a Casa Branca e o Planalto, mas também os bolsonaristas. Após o fim do discurso de Trump, funcionários dos dois governos iniciaram imediatamente as negociações para que conversa aconteça. O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, disse que os dois devem conversar por telefone ou videoconferência. Já o deputado Eduardo Bolsonaro disse que a fala de Trump sobre Lula e o Brasil mostra a “genialidade” do americano como negociador, que estará em uma 'posição mais confortável' no encontro. Para analisar esse assunto, Pedro Doria, Luiza Silvestrini e Flávia Tavares recebem Rafael Cortez, cientista político e professor do IDP-SP.

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