Depois de participar, na Rússia, de uma festa oferecida por Vladimir Putin pelos 80 anos do fim da 2ª Guerra Mundial, Lula segue para a China. Na Rússia, Lula rebateu críticas da comunidade internacional, sobretudo na Europa, a quem participou do evento, que foi visto como uma demonstração de força, com formato de propaganda, para justificar a invasão da Ucrânia. Segundo Lula, as críticas revelam “pequenez” e a "a posição do Brasil é muito sólida" em relação à proposta de paz para a Ucrânia.
Na China, o objetivo do encontro com Xi Jinping e outras autoridades da América Latina e do Caribe é reforçar a parceria do país asiático com os países da região, como contrapeso aos EUA. No ano passado, o comércio entre China e América Latina atingiu quase US$ 519 bilhões, perto do dobro do valor de uma década atrás.