A Operação Carbono Oculto revelou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro que unia o PCC à Faria Lima, via fintechs e fundos exclusivos que movimentavam mais de R$ 30 bilhões. Lula puxou o protagonismo para o governo federal, chamando a ação de “a maior resposta ao crime organizado da história”. Enquanto isso, Tarcísio de Freitas tentou creditar o êxito às forças paulistas. A investigação deve atingir também políticos do Centrão e da direita. E a Receita Federal responsabilizou a campanha contra a falsa “taxação do Pix” — liderada pelo deputado Nikolas Ferreira — por ter enfraquecido normas de monitoramento, o que pode ter beneficiado o crime organizado. O Central Meio de hoje recebe o cientista político Paulo Henrique Cassimiro.

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