Prender Nicolás Maduro não é um capricho geopolítico. É um teste moral. Existe uma confusão conveniente — e muito bem explorada — que tenta esconder crimes atrás de palavras bonitas como soberania e autodeterminação. Esses conceitos não pertencem a quem sequestra o Estado. Pertencem ao povo. Quando um regime se sustenta pela repressão, pela corrupção e pela força, ele não representa a nação. Ele a ocupa.