Em 1818, Mary Shelley imaginou um cientista que cria vida… e depois não sabe o que fazer com ela. Duzentos anos depois, trocamos relâmpagos e cadáveres por algoritmos e data centers. Neste episódio, partimos de Frankenstein, passamos pelos oráculos da antiguidade e chegamos à inteligência artificial para explorar uma pergunta inquietante: o que acontece quando criamos algo que funciona… mas que não compreendemos totalmente? Porque, às vezes, o verdadeiro risco não está no monstro. Está no criador.

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