A Apollo 13 colocou três astronautas e dezenas de engenheiros em Houston diante de uma tarefa aparentemente pessimista: diante de uma nave avariada imaginar tudo o que ainda poderia dar errado. A diferença é que cada desastre imaginado precisava terminar numa providência. Partindo dessa história, investigamos nossa capacidade de construir futuros dentro da cabeça e a fronteira entre preocupação e preparação. O episódio passa pelo pensamento episódico futuro, pelo ensaio mental e pelas armadilhas da visualização positiva para chegar a uma ideia menos confortável: imaginar o futuro pode ser útil, desde que a gente volte dele trazendo alguma coisa para fazer no presente.
Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br
Takeaways
• A capacidade de imaginar futuros ruins pode nos proteger, mas se torna sofrimento antecipado quando não produz nenhuma resposta ou ação concreta.
• O ensaio mental é mais útil quando simula processos, obstáculos e comportamentos do que quando se limita a fantasiar o resultado desejado.
• Não controlamos o futuro pela imaginação, mas podemos usá-la para chegar mais preparados às situações que ainda não aconteceram.
Capítulos
Apollo 13 e a imaginação do desastre
A reunião que aconteceu antes da hora
Pensamento episódico futuro
Quando preocupação vira sofrimento
Houston: imaginar para encontrar uma saída
A armadilha da visualização positiva
Imaginar a medalha ou ensaiar o treino
O futuro como lugar de preparação
Links relevantes
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