O autor do maior fenómeno literário recente do Brasil defende a diversidade da língua portuguesa, revela que sente incómodo por parte dos portugueses em abordar o período colonial, fala da situação política do seu país e dos difíceis anos que se seguirão às próximas eleições, anos que, diz, terão de ser dedicados ao diálogo, à conciliação e à reconstrução.

Fábio Porchat: “Os bolsonaristas são barulhentos, agressivos, malucos, têm posse de arma, mas o Brasil é muito maior”
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Sidarta Ribeiro: “As mulheres vão decidir as próximas eleições brasileiras”
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Walter Casagrande: “O jogador de futebol tem de olhar no espelho e ver que antes de chutar a bola ele é um cidadão”
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