O petróleo disparou para acima de US$ 100 enquanto mais produtores do Oriente Médio reduziram a oferta. O brent subia 15% nesta manhã, perto de US$ 106 o barril, depois de sair das máximas a US$ 119 dólares com notícia de que o G-7 deve discutir hoje uma liberação conjunta de reservas, segundo pessoas a par do assunto. A guerra segue sem sinais de arrefecimento com o fechamento na prática do Estreito de Ormuz. Emirados Árabes Unidos e Iraque já reduziram a produção, enquanto a Arábia Saudita, que possui maior capacidade, corre para redirecionar cargas para o Mar Vermelho. No cenário eleitoral, Flávio Bolsonaro reduziu a diferença em relação ao presidente Lula na corrida pela presidência. Pesquisa Datafolha apontou os dois praticamente empatados em eventual segundo turno. Flávio teria 43% das intenções de voto e Lula, 46%. Kalshi e XP abrem mercado de previsões no Brasil. Com Patricia Xavier.

Petróleo volta brevemente para US$ 100 com impacto da guerra no Irã; no Brasil, Adriana Dupita traz expectativa para IPCA; Martha Beck fala sobre Alexandre de Moraes, Banco Master e eleições
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Petróleo avança com ataques a navios no Oriente Médio; mercado aguarda decisão de AIE sobre liberação de reservas; inflação nos EUA deve desacelerar; Raízen confirma acordo para recuperação extrajudicial
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Bolsas sobem e petróleo recua com sinal de Donald Trump de que a guerra no Irã terminará em breve; Mariana Durão fala sobre os planos da Petrobras diante da alta do petróleo; Rachel Gamarski conta sobre as conversas da Ultrapar e do fundo Perfin para comprar fatia na Rumo e traz ainda os planos da BRK Ambiental sobre IPO
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