O petróleo disparou para acima de US$ 100 enquanto mais produtores do Oriente Médio reduziram a oferta. O brent subia 15% nesta manhã, perto de US$ 106 o barril, depois de sair das máximas a US$ 119 dólares com notícia de que o G-7 deve discutir hoje uma liberação conjunta de reservas, segundo pessoas a par do assunto. A guerra segue sem sinais de arrefecimento com o fechamento na prática do Estreito de Ormuz. Emirados Árabes Unidos e Iraque já reduziram a produção, enquanto a Arábia Saudita, que possui maior capacidade, corre para redirecionar cargas para o Mar Vermelho. No cenário eleitoral, Flávio Bolsonaro reduziu a diferença em relação ao presidente Lula na corrida pela presidência. Pesquisa Datafolha apontou os dois praticamente empatados em eventual segundo turno. Flávio teria 43% das intenções de voto e Lula, 46%. Kalshi e XP abrem mercado de previsões no Brasil. Com Patricia Xavier.

Petrobras supera expectativas com produção forte; brent volta a superar US$ 85 com tráfego paralisado no Estreito de Ormuz; EUA devem ter ritmo menor de geração de emprego; Martha Beck fala sobre propostas para programa econômico na campanha de reeleição de Lula
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Guerra abala fluxos de energia e petróleo amplia alta; China fixa menor meta para crescimento do PIB desde 1991; Raízen avalia recuperação extrajudicial
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Guerra no Irã entra no 5º dia e afasta investidores de mercados emergentes; PF cumpre 4 mandados de prisão em 3ª fase da Compliance Zero; Martha Beck fala sobre resistência do governo em ajudar o BRB; donos da Raízen abandonam conversas sobre capitalização, segundo fontes
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