Os futuros de índices em Nova York caem forte no terceiro dia de ataques no Oriente Médio. No pré-mercado, no pico do nervosismo, o contrato do Nasdaq chegou a recuar 2% e o do S&P 500 perdeu até 1,6%. O petróleo disparou, com o Brent negociado perto de US$ 80. Ativos mais seguros registram forte demanda, à medida que os investidores reduzem a exposição ao risco. O ouro subiu mais de 2%, acima de US$ 5,4 mil por onça. Já o dólar teve a maior alta desde janeiro. Donald Trump afirmou que a campanha de bombardeios contra o Irã pode continuar por várias semanas. Já o chefe de segurança de Teerã disse que não haverá negociações com os Estados Unidos, em resposta a relatos de que o Irã teria procurado autoridades americanas por meio de mediadores. O senador e pré-candidato à presidência pelo Partido Liberal, Flávio Bolsonaro, criticou o presidente Lula e acenou a favor de jovens e mulheres em discurso durante ato na Avenida Paulista neste domingo. O senador agradeceu ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e disse que ele vestiu a camisa do Brasil. Tarcísio não compareceu ao ato. Com Gabriel Diniz Tavares.

Petróleo volta brevemente para US$ 100 com impacto da guerra no Irã; no Brasil, Adriana Dupita traz expectativa para IPCA; Martha Beck fala sobre Alexandre de Moraes, Banco Master e eleições
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Petróleo avança com ataques a navios no Oriente Médio; mercado aguarda decisão de AIE sobre liberação de reservas; inflação nos EUA deve desacelerar; Raízen confirma acordo para recuperação extrajudicial
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Bolsas sobem e petróleo recua com sinal de Donald Trump de que a guerra no Irã terminará em breve; Mariana Durão fala sobre os planos da Petrobras diante da alta do petróleo; Rachel Gamarski conta sobre as conversas da Ultrapar e do fundo Perfin para comprar fatia na Rumo e traz ainda os planos da BRK Ambiental sobre IPO
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