O Banco Central cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75%, como esperado pelo mercado. O Copom não deu um guidance explícito, mas afirmou que ajustes no ritmo dessa calibração, com novas informações, são possíveis. Para a decisão, o comitê considerou os impactos dos conflitos no Oriente Médio, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam a inflação no Brasil. O brent chegou a subir mais de 9% nesta manhã, acima de US$ 117 o barril, com ataques a importantes instalações de energia no Oriente Médio. Daniela Milanese fala sobre as medidas do governo para evitar uma greve de caminhoneiros em meio ao aumento do preço dos combustíveis. E Cristiane Lucchesi conta como a preocupações com crédito e petróleo têm abalado o mercado de dívida corporativa no país. Com Patricia Xavier e produção de Gabriel Diniz Tavares.

Copom decide sobre juros e Raphael Almeida conta com a guerra mexe com as projeções para a decisão; mercado vê manutenção das taxas pelo Fed e aguarda fala de Jerome Powell sobre os riscos do conflito para a economia; Itaúsa espera que Aegea seja avaliada em mais de R$ 40 bilhões em eventual IPO
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Irã segue com ataques à infraestrutura de energia no Oriente Médio; Petróleo retoma alta e futuros das bolsas recuam em NY; Petrobras comprará fatia da Petronas em Campos por US$ 450 milhões
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Donald Trump exige que países incluindo a China garantam passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz; petróleo sobe e se mantém acima de US$ 100 com ataques e aumento de riscos de abastecimento; Oncoclínicas assina compromisso não vinculante com Porto Seguro; Augusta Saraiva conta sobre o avanço de igrejas Instagramáveis entre jovens da Geração Z
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